sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Sobre batalhas vencidas que somaram grandes perdas, perguntas confusas e ser diferente

 Algumas batalhas não valem a pena ser combatidas, porque mesmo vencendo, saímos perdendo.


34 nunca me pareceu assustador ou ruim, pelo contrário, sempre me imaginei na casa dos 30 enquanto criança. O problema é que os 34 chegaram, assim como os 33, 32, 31 e até mesmo os 30, e ninguém te prepara para envelhecer.


Somos ensinados a sobreviver, mas não a viver, muito menos, envelhecer. Me sinto patético e arrogante escrevendo essas palavras, porém, não posso negar a minha natureza e, principalmente, a minha vontade 


Porque, no auge dos meus 34 anos, percebo que realmente nada importa e ninguém está realmente preocupado com você, ou como você se sente.


Hoje fui elogiado. Um elogio que me deixa realmente feliz: Você é diferente.


Graças a Deus por isso.


Eu sempre me senti diferente, eu sempre gostei de coisas diferentes e, acima de tudo, sempre lutei contra o "igual", afinal de contas, fazer as mesmas coisas e esperar resultados diferentes, é um dos sinônimos da loucura (ou burrice), se você me perguntar. E por favor, pergunte. Tudo.


Uma vez fiz um curso e uma frase me marcou: "Perguntas seguem".


Sim. Perguntas seguem, perguntas nos novem, perguntas nos guiam e nos unem em prol de objetivos.


Afinal de contas, por que fazemos o que fazemos, da forma que fazemos?


Não gosto de mesmice.


Não gosto de ficar parado.


Não consigo.


E quando eu mais preciso "parar", para descansar, desligar, relaxar, eu continuo.


Afinal de contas, por que fazemos o que fazemos, da forma que fazemos?


Perguntas seguem.